quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Ms. Pac-Man Maze Madness, Xbox na BGS 2019, Yondu, Shazam! - DGTO NEWS 21/08/19

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Yondu ganha HQ propria

Depois de brilhar na franquia Guardiões da Galáxia, Yondu(Michael Rooker), vai ganhar uma aventura solo nos quadrinhos da Marvel.


Yondu #1 será escrita por Lonnie Nadler e Zac Thompson, ambos de X-Men. A arte será de John McCrea(The Boys).
Lonnie Nadler falou sobre a nova HQ de Yondu, dos Guardiões da Galáxia.

   “Yondu é um persoagem único porque muitos leitores o conhecem dos filmes dos Guardiões da Galáxia, mas sua história ainda está totalmente indefinida nos quadrinhos. Ele é um quadro em branco, e Zac e eu queremos expandir nossos limites como criadores com Yondu, então estamos nos levando para lugares totalmente novos, e acho que vamos surpreender muitos leitores. Estamos acostumados a escrever terror, mas esse livro terá um tom de comédia/crime, com elementos de Novo Western”, disse o escritor.
Divulgação Disney/Marvel

Ainda não há data de lançamento para Yondu #1.

Xbox estará na 12ª edição da Brasil Game Show #BGS2019

Uma das marcas mais aguardadas pelos visitantes da maior feira de jogos eletrônicos da América Latina terá um estande de 1.000 m² e grandes atrações

Foto: Divulgação/Brasil Game Show

São Paulo, 20 de agosto de 2019 – A Brasil Game Show anuncia a participação de uma das marcas mais aguardadas pelos visitantes da maior feira de games da América Latina: Xbox. A companhia estará na 12ª edição da BGS com um estande de 1.000 m² e, como de costume, deve surpreender seus fãs com as principais novidades do ano e uma área de experimentação para que os participantes possam jogar à vontade. A line-up e outras atrações de Xbox na feira serão reveladas em breve. A BGS 2019 será realizada entre 9 e 13 de outubro, no Expo Center Norte, em São Paulo/SP

“Participar da BGS é um dos momentos mais divertidos do ano para Xbox, porque encontramos milhares de fãs e trocamos experiências. A feira é uma grande celebração da paixão que temos por games, além de ser a grande chance de experimentar as novidades. Esperamos repetir o sucesso de todas as edições anteriores”, afirma Bruno Motta, gerente de categoria sênior Xbox Brasil.

Marcelo Tavares, CEO e fundador da BGS, afirma que o anúncio da participação de Xbox no evento é um dos mais aguardados do ano pela comunidade gamer. “Xbox participa do evento desde 2011 e a cada edição nossa parceria se fortalece. É uma empresa que enxerga o potencial e a paixão dos jogadores brasileiros, leva para a feira que há de melhor em seu portfólio e contribui significativamente para a BGS ser o sucesso que é”.

Além de Xbox, outras importantes marcas já confirmaram presença no evento: AOC, ASUS, Banco do Brasil, Corsair, DXRacer, Epic Games, Falkol Esports, Fini, Gigabyte, Logitech, Lupo, Joysticket, Magic the Gathering, Microcamp, OEX Gaming, Panini, Piticas, Pichau, Razer, Redragon, Sunny Brinquedos, TNT, VIVO, Warrior e YouTube. Ao todo, o evento contará com mais de 400 estandes, que mostrarão os principais jogos do ano, novidades do mercado de PC Gaming, consoles e mobile, acessórios e periféricos.

Também já estão confirmados grandes nomes da indústria mundial de games, como: Hidetaka Miyazaki, diretor de Sekiro: Shadows Die Twice; John Romero, criador de DOOM; Charles Martinet, dublador de Mario, icônico personagem da Nintendo, Yoshinori Ono, produtor de Street Fighter, Al Lowe, da série Leisure Suit Larry, Howard Scott Warshaw, desenvolvedor do E.T, e Shota Nakama, criador da Video Game Orchestra, que, pela primeira vez, trará sua banda para o Brasil.

A BGS 2019 ainda terá campeonatos de esportes eletrônicos (BGS Esports), jogos de estúdios nacionais (Avenida Indie), ambientes cosplay (BGS Cosplay), maratona de desenvolvimento de games (BGS Jam), painéis e apresentações de grandes nomes da indústria mundial (BGS Talks), exposição de videogames antigos (BGS Retro), dezenas de máquinas arcade liberadas para o público (BGS Arcade), encontros com personalidades do mundo dos games (BGS Meet&Greet), reconhecimento a celebridades da indústria (Wall of Fame), e muitas, muitas estações de jogos (“Aqui se joga!).

Para mais informações sobre a Brasil Game Show, acesse: www.brasilgameshow.com.br

Serviço – BGS 2019
Quando: 09 a 13 de outubro (1º dia exclusivo para imprensa e negócios)
Onde: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme, São Paulo/SP
Horário: 13h às 21h

Ingressos – 5° lote (até 6/9)

Individual: R$ 105 (ingresso válido para um dia de evento aberto para público – 10, 11, 12 (esgotado) ou 13 de outubro – 19% de desconto.
Passaporte: R$ 315 (acesso a todos os dias de evento abertos ao público – 10, 11, 12 (esgotado) e 13 de outubro – 19% de desconto.
Premium: R$ 649 (acesso a todos os dias de evento, incluindo o dia exclusivo para imprensa e business – 9,10, 11, 12 (esgotado) e 13 de outubro. No dia 9/10, a entrada será permitida a partir das 15h, e nos dias abertos ao público a partir das 12h. O ingresso Premium também permite o acesso diferenciado e sem fila – 18% de desconto.
Business: R$ 649 (acesso a todos os dias de evento, incluindo o dia exclusivo para imprensa e business – 9,10, 11, 12 (esgotado) e 13 de outubro. Em 9/10, a entrada será permitida a partir das 15h, e, nos dias abertos ao público, a partir das 12h por entrada diferenciada. O ingresso também dá acesso à área B2B – 18% de desconto.

Sobre a BGS: A Brasil Game Show (BGS) é a maior feira de games da América Latina e uma das maiores do mundo em público e área. Realizada pela primeira vez em 2009, inicialmente como Rio Game Show, na capital fluminense, já recebeu mais de 1,8 milhão de visitantes somando todas edições e, atualmente, ocupa todos os pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. Reúne as principais empresas do segmento, é palco dos grandes lançamentos do ano, atrai personalidades da indústria mundial de jogos eletrônicos e abre espaço para estúdios independentes. A BGS é também uma grande oportunidade de negócios que atrai investidores, empresários e profissionais do mercado de games e tem uma forte preocupação social, tendo arrecadado e doado mais de 400 toneladas de alimentos ao longo de suas 11 edições.

Fonte: Comunicado de imprensa

Satazius, He-Man, Yakuza, Kung Fury 2 - DGTO NEWS 20/08/19


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► NOTÍCIAS DESTA EDIÇÃO
He-Man de Kevin Smith na Netflix
For Honor de graça para PC via Ubisoft
Yakuza 3, 4 e 5 para PlayStation 4
Mario e Sonic 2d no Switch
A volta de Kung Führer em Kung Fury 2

terça-feira, 20 de agosto de 2019

He-Man na Netflix

Kevin Smith surpreendeu o público na convenção anual Power-Con anunciando uma nova série baseada no universo do herói He-Man para a Netflix.


A nova série, que recebeu o nome de Masters of the Universe: Revelation, vai explorar algumas histórias não resolvidas da animação clássica dos anos 80. Ainda não há uma previsão de estreia para os episódios.

   "Sou eternamente grato à Mattel e a Netflix por me confiar não apenas os segredos de Grayskull, mas também todo o seu universo", comemorou Smith.
   "Em Revelation, nós escolhemos continuar exatamente de onde a série clássica parou para contar a história épica do que pode ser a batalha final entre He-Man e Esqueleto"

A Mattel Television está produzindo a série ao lado de Rob David, vice-presidente da Mattel TV e autor de He-Man: a Guerra da Eternidade. O roteiro será assinado por diversos escritores que incluem Eric Carrasco(Supergirl), Tim Sheridan(Reign of the Superman), Diva Mishra(Magic the Gathering) e Marc Bernardin(Alphas). O estúdio Powerhouse Animation, responsável por Castlevania, vai supervisionar o processo de animação.

    "O mundo de Masters of the Universe tem sido um fenômeno cultural por gerações, inspirando os fãs a descobrirem seu próprio poder", disse Rob David. "Os fãs desta franquia têm esperado pela continuação desses personagens, e Kevin Smith, como um superfã, é o candidato perfeito para expandir o cânone através de uma séria animada da Netflix"

Fonte: Variety

Street Fighter EX Plus Alpha, tradução de jogos, Elvis Presley - DGTO NEWS 19/08/19

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Elvis Presley, O Espião

A Netflix anunciou a produção de uma nova série animada que terá o astro Elvis Presley como um espião, intitulada Agent King.

Netflix / Divulgação
A Netflix descreve a série da seguinte forma:

     Elvis Presley troca seu traje branco por um jet pack quando ele é introduzido em um programa secreto de espionagem do governo para ajudar a combater forças do mal que ameaçam o país e tudo o que ele ama. Tudo isso enquanto se mantém como o Rei do Rock And Roll.”

A produção será da Netflix e Sony Pictures Animation, com Mike Arnold(Archer) como showrunner, roteirista e produtor executivo, John Eddie, Fletcher Moules e da viúva de Elvis Presley, Priscilla Presley.
Agent King não possuí previsão de estreia.

Fonte: Variety

Gabriel Fuentes e CAMELOT TRANSLATIONS



Olá, leitor do DGDC News. Eu sou MasatoCollector e você deve se lembrar de mim em videos como COMEÇOU A MACACADA, NUTTELA! e SAVE NA MACACA.

Hoje com muito orgulho, apresento esta entrevista cedida pelo meu amigo Gabriel Fuentes, conhecido como Gabo ou @Miracleman82.

Profissional na área de tradução de games, este simpático argentino que mora no Brasil vai falar um pouco sobre seu trabalho e um pouco de sua história com os vídeo-games.


- Olá Gabo, tudo bem? É um prazer poder entrevistar um bom amigo como você.

Olá, irmão, o prazer é inteiramente meu e é uma honra para mim participar do seu blog, me desculpa pelo meu Português bem basicão.


- Antes de começar a falar do seu trabalho, fale um pouco de você e de como e quando começou a se interessar por videogames.

Eu acho que foi quando meu pai me levou para um salão de fliperamas quando eu tinha uns 5 anos (1987), eu lembro que nem conseguia chegar aos controles da máquina e ele me agarrou nos braços para jogar Pac-Man.

Esse foi o primeiro jogo que joguei e aí eu me apaixonei por isso. Cerca de dois anos depois, e totalmente de surpresa, minha mãe me deu um EDU 2600 que era um clone argentino do Atari 2600, e depois disso não parei de jogar mais.

Infelizmente, na América do Sul, os preços muitas vezes não permitiam que a gente jogasse tudo o que queria.


- Quais são seus jogos favoritos?

Eu tenho muitos, mas se eu tivesse que fazer uma lista com os que eu mais amo eu diria a você que eles são: Final Fight, Sonic, Little Nemo, Street Fighter 2, Monkey Island, Streets of Rage 2, Full Throttle, Rocket Knight Adventures, Tenchu, Virtua Fighter 2 e Batman Arkham Asylum.


- E os consoles favoritos?

Eu sempre fui um soldado fiel da Sega (rsrsrsrs), então eu diria que os consoles que eu mais amo são o Mega Drive e o Saturn.

Lembro-me absolutamente de tudo sobre o dia em que os comprei, os lugares em que procurava jogos, até os preços. Também tenho muito apreço pelo meu PS Vita e os 3 primeiros Playstations porque foi preciso muito esforço para comprá-las.


- Agora vamos ao "trampo". Aonde e quando você começou a trabalhar com tradução/games?

Comecei a trabalhar com tradução há cerca de 5 anos, quando terminei a universidade, embora não trabalhasse em período integral desde que tinha outro emprego.

Particularmente com videogames há dois anos, enquanto estudava um mestrado nesta especialização a distância em uma universidade na Espanha.


- Qual é a rotina de trabalho de um tradutor de games?

A rotina depende muito do tipo de cliente, por exemplo, se você está trabalhando para um cliente direto, geralmente os horários são um pouco mais relaxados e as sugestões que você pode fazer são maiores.

Quando você trabalha para outra agência que realiza a localização para vários idiomas, trabalha com uma rotina muito mais rigorosa e, em geral, os tradutores já recebem "um guia de estilo" sobre como traduzir determinados termos ou expressões.


- Quais ferramentas são usadas para se traduzir um jogo?

Ao trabalhar em grandes projetos para vários idiomas, os tradutores de cada idioma usam memórias de tradução, geralmente hospedadas em um servidor ao qual todos têm acesso.

Essas memórias de tradução são uma espécie de bancos de dados de tradução que mantêm as opções linguísticas e impedem que você traduza manualmente números (que geralmente produzem erros), expressões repetidas várias vezes, etc.

Em projetos menores, o desenvolvedor geralmente compartilha um arquivo do Excel com as linhas de texto (chamadas text strings) que o jogo possui, seja nos diálogos, na história do jogo e até nos diferentes menus e opções.

Quanto às ferramentas de tradução assistida mais populares (que chamamos de CAT Tools), as mais comuns são MemoQ, Trados e Passolo, mas existem outras como Catalyst, WordFast, etc. Pra a revisão, outras, como o XBench, também são usadas.


- Quanto tempo se leva para traduzir um jogo, por exemplo, um Triple A e um indie?

Independentemente das características do jogo, o tempo varia muito devido à quantidade de texto que eles têm. A tradução para o espanhol latino-americano, por exemplo, do Diablo 3 foi feita aqui no Brasil, no Rio de Janeiro, e um amigo meu que trabalhou nela passou quatro meses só com esse projeto.

Outros títulos que não têm tanta história ou tantas opções são muito mais rápidos, até mesmo dias, sempre depende da quantidade de palavras que o título possui.

Em alguns casos, você tem que esperar que os tradutores de outras línguas terminem sua tarefa para começar com a sua isso acontece muito com os jogos japoneses que geralmente traduzem-se dessa língua para o inglês primeiro e depois para o resto.


- Piadas e costumes regionais são traduzidos ao pé da letra ou tem liberdade criativa na tradução (conhecido como localização)?

Em geral, você tem total liberdade sobre essas coisas. O conceito de localização é adaptar todo o produto ao mercado para o qual ele é direcionado, de modo que até cores e outros aspectos não linguísticos devem ser adaptados.

No passado a localização dos jogos para o mercado do continente das Américas era restrita por certas políticas das empresas, sendo a Nintendo uma das que tinha mais regras, hoje é muito mais livre.


- Tradutores de jogos têm o nome registrado nos créditos dos jogos?

Não, embora isso esteja mudando. Em geral, apenas o gerente de localização ou a agência responsável aparece nos créditos, mas pouco a pouco, alguns títulos já incluem o nome dos tradutores / localizadores nos créditos. O mesmo vale para filmes, séries e livros.


- Você já conheceu algum desenvolvedor de jogos famoso ou visitou alguma grande desenvolvedora por causa desta profissão?

Não, eu nunca tive essa possibilidade, eu só conheci a sede da Konami em Las Vegas, mas quase por acaso e amei a experiência, embora estes não sejam os melhores dias da empresa. Também tive a sorte de trabalhar perto de pessoas da Ubisoft nos Estados Unidos e foi uma experiência muito agradável.


- Quais os jogos que você mais gostou de trabalhar e quais deram mais problemas para traduzir e por quê?

O Jump Force foi, sem dúvida, um dos projetos que mais gostei por causa de sua relação com o anime.

Eu lembro que quando o projeto veio para mim (embora eu não soubesse o nome do título porque eles chegaram com uma espécie de código) eu vi as linhas do diálogo entre Seiya e Shiryu e liguei para minha mãe e disse: "Você se lembra de todas as horas que eu gastei assistindo Cavaleiros do Zodíaco? Bem, eles vão me pagar para saber disso agora."

A equipe desse projeto foi sensacional, tanto na América Latina quanto na Espanha.

Ironicamente, embora eu saiba até o final do jogo, é um título que nunca joguei até hoje. Estou esperando que apareça em alguma “Steamsale”.

Um projeto que não era de videogames, mas de software que me custou muito trabalho foi sobre sinalização ferroviária. Foi muito preciso, as fontes de informação eram muito escassas e os tempos que estávamos lidando eram muito curtos. Felizmente nós entregamos sem problemas.


- Neste ano (2019) você se mudou para o Brasil, isso afetou muito sua rotina de trabalho?

Não muito, porque ainda tenho meus clientes na Argentina e felizmente é um tipo de trabalho que pode ser feito de qualquer lugar.

A questão do pagamento muda um pouco porque eu tenho que fazer transferências da Argentina para o Brasil, mas a rotina em si não mudou. O que eu sinto falta é ir a congressos e conferências.
 

- Na empresa que você trabalha (CAMELOT TRANSLASTIONS), para quais plataformas vocês oferecem seus serviços e se são focado só em games ou outros produtos?

Na CAMELOT, nos especializamos em localização de software e videogames, mas também realizamos traduções técnicas e jurídicas.

A ideia é expandir para outros campos no futuro, mas no momento só focamos nessas áreas com o objetivo de fornecer o melhor atendimento ao cliente, independentemente do tamanho do seu projeto


- Você acha que as empresas de jogos hoje em dia estão mais preocupadas com a tradução e localização comparado com os anos 80/90 e 2000?

Sem sombra de dúvida. Quando eu era criança, era muito difícil encontrar um jogo em espanhol, por exemplo.

Aqui no Brasil, os brasileiros tiveram a sorte de ter uma empresa como a TecToy que fez um excelente trabalho ao localizar muitos títulos, mas não havia nada parecido no mercado de língua espanhola.

Hoje a maioria dos títulos vem em diferentes variantes de espanhol e português. Empresas como a Microsoft perceberam o potencial do mercado sul-americano, que pode não ser tão rico quanto europeu, asiático ou americano, mas certamente consome muito e tem uma grande paixão por videogames.


- Quais dicas você daria para uma pessoa interessada no ramo de tradução?

Eu acho que a característica mais importante que um tradutor tem que ter é a curiosidade, sempre querendo saber mais, se interessando pelas coisas.

Muitas pessoas me perguntam se é necessário ser um amante de videogame para poder localizar, digo não, mas é claro que ajuda muito.

Conhecer as histórias, os personagens, é vital para fazer um bom trabalho, e embora existam coisas que podem não ser conhecidas de antemão, você deve sempre procurar uma boa documentação, aprender, não ter medo de perguntar, e o mais importante: estudar e não ter medo de estar errado.


- E para finalizar deixo este espaço reservado para suas considerações finais, fique a vontade para digitar o que quiser e novamente agradeço pelo seu tempo e pela excelente entrevista. Muito obrigado!

Queria agradecê-lo muito por este espaço para divulgar essa linda profissão e aproveitar pra reconhecer o trabalho que você sempre faz para os videogames, por lembrar tempos melhores e por sempre transmitir a paixão pelos videogames para outras pessoas. Você sabe que sempre conta com esse argentino aqui. Saudações a todos.



Abaixo você pode conferir o Dreamcast que ganhei de presente do Gabriel Fuentes e o controle arcade USB que mandei para ele.




sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Novos atores escalados para Mortal Kombat

Depois da notícia de que o ator Ludi Lin, de Power Rangers, pode interpretar Liu Kang no filme, o site The Hollywood Reporter acaba de anunciar a inclusão de mais três atores no projeto, dois deles vem diretamente de adaptações de super heróis.


Segundo o THR, Tadanobu Asano, que no Universo Cinematográfico da Marvel interpretou o Hogun, integrante dos Três Guerreiros, será o Raiden, enquanto Mehcad Brooks, conhecido por viver James Olsen em Supergirl, foi escalado para viver Jackson “Jax” Briggs. A atriz Sisi Stringer também foi escalada para interpretar a assassina Mileena.

Getty Images; Courtesy of CBM Management

Ainda de acordo com o site, o filme tem como objetivo encontrar um elenco bastante diverso, tentando refletir o que temos nos jogos com personagens vindo de diversos lugares diferentes. Além disso, eles buscam por atores dos cinemas e da TV, assim como artistas marciais, como é o caso de Joe Taslim que interpretará o Sub-Zero.
Com James Wan assumindo a produção do filme, o novo live-action de Mortal Kombat conta com Greg Russo como roteirista, e Simon McQuoid como diretor. Detalhes sobre a trama do filme ainda não foram divulgados, mas o filme deve começar a ser filmado na Austrália ainda este ano.